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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Construções nazistas secretas foram descobertas por arqueólogos em selva argentina

Você sabia que há anos atrás, construções nazistas secretas foram descobertas em selva argentina?

Os arqueólogos acreditam que ruínas encontradas em uma região remota de uma selva argentina podem ser os restos de um esconderijo construído pelos nazistas onde poderiam se esconder caso perdessem a Segunda Guerra Mundial.
Os pesquisadores estão estudando os restos de três prédios localizados no parque Teyu Cuare, no norte da Argentina, perto do Paraguai.
Uma lenda dizia que o local pertencia ao alemão Martin Bormann, braço direito de Adolf Hitler, que morreu em maio de 1945. Desse modo, as construções podem ter sido erguidas como refúgio para os líderes do Terceiro Reich.
O líder da equipe dos arqueólogos Daniel Schavelzon comentou que no meio da segunda guerra mundial, os nazistas tinham um projeto secreto para construir abrigos para os principais líderes em caso de derrota – sítios inacessíveis no meio de desertos, nas montanhas, em um penhasco ou no meio da selva.
No final, porém, o esconderijo nunca foi necessário. Milhares de nazistas e fascistas croatas e italianos chegaram à Argentina com a bênção do presidente Juan Perón, que liderou a nação entre 1946 e 1955 e de novo brevemente na década de 1970.

Pesquisadores da Universidade de Buenos Aires encontraram cinco moedas alemãs cunhadas entre 1938 e 1941 e um fragmento de prato de porcelana com a inscrição Feito na Alemanha. Além disso, havia símbolos nazistas nas estruturas de pedras, agora cobertas por mato e acessíveis somente através de um facão.

Em 1960, Adolf Eichmann, um dos principais organizadores do Holocausto, foi capturado em Buenos Aires por uma equipe de comando israelense e levado a julgamento em Israel, onde foi executado. Entre outros nazistas de alto nível que se refugiaram na Argentina foram Joseph Mengele, Walter Kutschmann, Josef Schwammberger, Eduard Roschmann e Wilfred Von Oven. [TheGuardian]

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Imagens perturbadoras para que você possa refletir sobre a vida

Antes que seja tarde demais

 Um clique pode mudar seu futuro: Use cinto de segurança

Economize papel. Salve o planeta 

Se você não ajuda a alimentá-los, quem o fará? 

A poluição mata 60 mil pessoas por ano 

Trabalhadores não são ferramentas 
(best of web)

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Arqueólogos descobrem construções nazistas secretas em selva argentina

Os arqueólogos acreditam que ruínas encontradas em uma região remota de uma selva argentina podem ser os restos de um esconderijo construído pelos nazistas onde poderiam se esconder caso perdessem a Segunda Guerra Mundial.
Os pesquisadores estão estudando os restos de três prédios localizados no parque Teyu Cuare, no norte da Argentina, perto do Paraguai. 
Pesquisadores da Universidade de Buenos Aires encontraram cinco moedas alemãs cunhadas entre 1938 e 1941 e um fragmento de prato de porcelana com a inscrição Feito na Alemanha. 
Além disso, havia símbolos nazistas nas estruturas de pedras, agora cobertas por mato e acessíveis somente através de um facão.Já havia uma lenda local que dizia que o local pertencia ao alemão Martin Bormann, braço direito de Adolf Hitler, que morreu em maio de 1945. 
Desse modo, as construções podem ter sido erguidas como refúgio para os líderes do Terceiro Reich. Os arqueólogos acreditam que ruínas encontradas em uma região remota de uma selva argentina podem ser os restos de um esconderijo construído pelos nazistas onde poderiam se esconder caso perdessem a Segunda Guerra Mundial. 
Os pesquisadores estão estudando os restos de três prédios localizados no parque Teyu Cuare, no norte da Argentina, perto do Paraguai.

Aparentemente, no meio da segunda guerra mundial, os nazistas tinham um projeto secreto para construir abrigos para os principais líderes em caso de derrota – sítios inacessíveis no meio de desertos, nas montanhas, em um penhasco ou no meio da selva como esta”, disse o líder da equipe dos arqueólogos Daniel Schavelzon. 
No final, porém, o esconderijo nunca foi necessário. Milhares de nazistas e fascistas croatas e italianos chegaram à Argentina com a bênção do presidente Juan Perón, que liderou a nação entre 1946 e 1955 e de novo brevemente na década de 1970.
(http://misteriosdomundo.org/arqueologos-descobrem-construcoes-nazistas-secretas-em-selva-argentina/ - Lucas)

domingo, 25 de maio de 2014

Por que os médicos usam roupa verde ou azul na sala de cirurgia?



Geralmente, os médicos, enfermeiros e outros profissionais da área de saúde  usam roupas brancas. O branco nas roupas dos médicos surgiu no final do século XIX, quando se provou que muitas doenças vinham da falta de assepsia nos hospitais, e a roupa branca e limpa virou norma. Mas nas salas de cirurgia, os cirurgiões, anestesistas e os auxiliares usam roupa azul ou verde. Embora, poucas pessoas tenham pensado nisso, existe uma razão importante para essa regra.
 As cores azul e verde são opostas ao vermelho (a cor do sangue) na “roda das cores” e por isso são cores adequadas para melhorar a visão dos médicos durante o procedimento. Observem a figura abaixo. Olhem fixamente por 10 segundos para o centro deste coração vermelho e, em seguida olhe para uma superfície branca.


Aposto que você viu uma sombra de um coração azul-esverdeado. Pois é, se as roupas e paredes da sala de cirurgia fossem brancas a visão dos médicos ficaria muito prejudicada em relação ao vermelho do sangue que eles olham fixamente durante a cirurgia. A ilusão de ótica criaria vários “fantasmas” e isso distrairia os profissionais. Foi aí que surgiu a ideia de usar roupas azuis ou verdes na sala de cirurgia. Os “fantasmas” azuis-esverdeados se fundem a cor do tecido e se tornam neutros. É como se essa cor atualizasse o cérebro dos médicos para a cor vermelha. Isso causa um conforto na visão dos profissionais e aumentam sua concentração.


Os truques do cérebro vão além. De acordo com especialistas, o nosso cérebro interpreta uma cor em relação outra e, olhando por muito tempo para variações entre vermelho e rosa, o sinal dessas cores no cérebro fica desbotada e o cirurgião pode correr o risco de perder a sensibilidade aos tons de vermelho. Assim, olhar para cores frias como verde e azul de vez enquanto atualiza o cérebro e nos faz ficar mais sensíveis ao vermelho.
Fontes: [Diário de Biologia/Science Line/MegaCurioso](http://diariodebiologia.com/2014/03/por-que-os-medicos-usam-roupa-verde-ou-azul-na-sala-de-cirurgia/#.VYDqZ_lVgSU)

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Você entende a letra do Hino Nacional Brasileiro?


Você sabia que a introdução do Hino Nacional Brasileiro, aquela parte que é tocada antes de começarmos a cantar, também possuia uma letra?

Para quem desconhece, a palavra “SUS”, segundo o mestre Aurélio, é uma interjeição motivadora que vem do latim e que significa: suspender, elevar; significa neste caso “avante, em frente”. 

Lembrou a melodia? Então vamos à ela!
Letra atribuída a: Américo de Moura


Espera o Brasil 

Que todos cumprai 
Com vosso dever. 
Eia avante, brasileiros, 
Sempre avante!
Gravai com buril 
Os pátrios anais 
Do vosso poder 
Eia avante, brasileiros, 
Sempre avante!
Servi o Brasil 
Sem esmorecer 
Com ânimo audaz 
Cumprir o dever
Na guerra ou na paz
À sombra da lei,
À brisa gentil
O lábaro erguei
Do belo Brasil,
Eia SUS, oh SUS!



terça-feira, 22 de abril de 2014

História ou Estória?

Colei abaixo, na íntegra um texto de Robério Fernandes (Colunista Coluna "Reforma Ortográfica")

"Recomenda-se apenas a grafia história, tanto no sentido de ciência histórica, quanto no de narrativa de ficção".


A palavra estória, comumente aceita como sendo um relato de fatos não comprovados (ou fictícios), fora designada para tal fim no início do século XX, por um acadêmico brasileiro – mas sem respaldo etimológico.

Etimologistas dizem, no entanto, que tal neologismo é uma “frescura” estilística, uma vez que, na língua portuguesa, não há razão linguística para adotá-lo, mesmo quando se queira diferenciá-lo de história.

Envolto pela tradição folclorista do termo, o conhecido escritor Guimarães Rosa acabou publicando, em 1962, um livro com o título Primeiras Estórias.

O Aurélio, 4ª Edição, também condena o verbete estória: "Recomenda-se apenas a grafia história, tanto no sentido de ciência histórica, quanto no de narrativa de ficção, conto popular, e demais acepções".

Portanto, segundo recomendação etimológica, não se deve usar o termo estória, mesmo em se tratando de evento fictício. Use somente história (com h).

Fica registrado, assim, o erro do consagrado Guimarães Rosa. Erros de português, portanto, são encontrados inclusive por parte de quem julgamos incapazes de cometê-los.

Alguns modernistas brasileiros, por exemplo, tendo à frente o poeta Mário de Andrade, defendiam que uma frase poderia ser iniciada por um pronome átono, ao contrário do que dizia - e ainda diz - a regra gramatical pertinente ao caso.

Eles defendiam, deste modo, que frases do tipo "O vi hoje", são corretas. Ou ainda "As conheci há pouco". A reação não demorou a chegar, o que fez os modernistas recuarem, com exceção de Mário de Andrade, que mesmo diante das ponderações de Manuel Bandeira, preferiu continuar no erro.